Do zero a um fluxo constante de novos pacientes.
A FisioLab tem o mais difícil já resolvido: marca.
Nome, identidade visual e tom de voz são fortes, coesos e premium. O conceito "This is not your normal fisio" está claro e bem executado. O que falta é o motor de aquisição.
Não existe site. Toda a presença digital depende hoje do Instagram.
Orgânico ainda pequeno (~714 seguidores), então a marca aparece pouco para quem ainda não a conhece.
Não há caminho claro entre "pessoa com dor ou que quer recovery" e "paciente agendado".
Ou seja: uma marca premium sem uma estrutura para transformar interesse em agendamento de forma previsível.
Fisioterapia se compra por pesquisa, não por desejo.
Diferente de roupa ou lifestyle, que a pessoa compra por impulso no feed, quem procura fisioterapia normalmente está com uma dor, uma lesão ou uma necessidade concreta. Essa pessoa vai ao Google e pesquisa: "fisioterapeuta em Curitiba", "recuperação de lesão no joelho", "crioterapia perto de mim".
O Instagram continua importante para desejo, prova social e autoridade, mas ele é apoio, não a base da captação.
Novos pacientes chegando de forma constante e previsível.
Não por sorte ou indicação isolada, mas por um sistema que a gente controla e consegue escalar. Na prática: um fluxo mensurável de leads → agendamentos → pacientes, com custo por paciente conhecido e otimizável.
Cada etapa se apoia na anterior. A base é o site; sem ele, o resto não se sustenta.